A história começa com a protagonista, Amber Reynolds, mulher de trinta e poucos anos, em coma num hospital. Embora esteja consciente e consiga ouvir tudo o que acontece à sua volta, é incapaz de se mexer ou comunicar. É a partir desta premissa angustiante que a narrativa se desenvolve em três tempos distintos:
• O Presente – Amber no hospital, presa ao silêncio do seu corpo, a tentar perceber o que aconteceu e quem são as pessoas que se aproximam da sua cama.
• O Passado – A semana que antecedeu o acidente (ou ataque) que a deixou em coma.
• A Infância – Fragmentos aparentemente dispersos da sua vida enquanto criança, mas que me parecem importante para completar o puzzle.
A forma como a autora constrói a narrativa e articula as memórias da protagonista levou-me a formular hipótese atrás de hipótese, ao longo de toda a leitura, numa teia de incertezas que só aumentava a minha curiosidade: quem é afinal Amber? O que aconteceu realmente? Quem é — ou quem são — os vilões desta história?
Para obter as respostas a todas estas questões terão de ler este fantástico livro.
Podem esperar muitas reviravoltas e... tenho a certeza, de que serão taõ surpreendidos no final... como eu fui!

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